Algumas Palavras...


"Sem a curiosidade
que me move,
que me inquieta,
que me insere na busca
não aprendo
nem ensino."
(Paulo Freire)

21 de abril de 2010

Atividade com os nomes dos alunos

Atividade realizada para reconhecimento do Nome:


Até quando o ensino público sofrerá?

Incrível o que é feito com as escolas e, principalmente, com os alunos atendidos pela rede pública de ensino!
É revoltante assistir a este vídeo... mas é o que acontece, e muitas vezes, nem tão distante de nós mesmos.

É preciso fazer algo e continuar lutando pela qualidade no ensino público!

http://www.youtube.com/watch?v=Uriw9CgSexM&feature=related
E é só a parte 1 nesse endereço!!!!!

YouTube - Acelera 2009

Os endereços abaixo são postagens no YouTube sobre atividades realizadas com a Turma Acelera Brasil em 2009.

Vídeo da visita da turma na Estação Férrea e Centro de Cultura Henrique Ordovás Filho
http://www.youtube.com/watch?v=BwkoR_ggpbk

Vídeo - Retrospectiva 2009 - Despedida da Profe e Turma
http://www.youtube.com/watch?v=3wnF0KAARAo

Professora Aline Pozzer - E. E. E. M. Melvin Jones

Dia do Índio

No Dia do Índio, além de produzir um índio, os alunos cantaram aos pais, no horário de saída da escola:


TUM TUM TUM 
TUM TUM TUM
UM DIA NA FLORESTA
UM BARULHO SE ESCUTOU
E TODA A BICHARADA 
NO INÍCIO SE ASSUSTOU
MAS QUEM APARECEU 
NÃO ERA NADA ASSUSTADOR
UM INDIOZINHO AMIGO 
QUE TOCAVA O SEU TAMBOR
TUM TUM TUM
TUM TUM TUM

A caracterização dos alunos 
com a produção de um tamborzinho a cada um, 
deixaria a música muito mais alegre!

A Cuca do Sítio - Sucata: Caixa de creme dental



 Cantando a música da temida Cuca, os alunos produziram-na com sucata!
A comunidade escolar achou muito legal!

Dia Nacional do Livro Infantil - 1º ano





        


Nossa turminha adorou descobrir o mundo mágico do Sítio!

8 de abril de 2010

5 de abril de 2010

ESSA É MUUUUUITO BOA! SERÁ QUE VAI DAR CERTO?!


POLÊMICA

Filhos de políticos nas escolas públicas

Como melhorar a educação? Obrigando presidente, governadores, prefeitos e parlamentares a testar o ensino público - com suas próprias crianças.

por Cristovam Buarque
Quanto custa estudar no Brasil? Depende. Se você estiver entre os 20% mais ricos da população, vai chegar ao fim de 20 anos de colégio e faculdade com uma formação de aproximadamente R$ 250 mil. Isso significa cerca de R$ 1 mil por mês. Nessa conta entram o dinheiro que você tira do próprio bolso para pagar as mensalidades e a contribuição que o governo faz (com investimento em universidades estatais e deduções de imposto). Agora, se você fizer parte dos outros 80%, sua educação receberá um investimento bem menor: o equivalente a R$ 116 por mês. Esse é o total gasto pelo país por aluno para manter as escolas públicas, onde não se passa muito tempo. Em média, essa parte da população completa só 5 anos de estudo formal, geralmente entre os 7 e os 11 anos de idade. 
Ou seja: enquanto ricos estudam em escolas de qualidade por um longo tempo, o resto estuda por pouco tempo em escolas ruins. Como senador, tenho um projeto que pretende amenizar essa desigualdade. Minha proposta é a de que políticos eleitos - vereadores, prefeitos, deputados, senadores e o presidente - fiquem obrigados a matricular seus filhos em escolas públicas. Caso contrário, perderão seu mandato. O projeto já foi apresentado e agora espera avaliação do Senado e da Câmara. 
No Brasil do passado, só classes com influência tinham vaga nas boas escolas públicas. Filhos de pobres não estudavam, ou frequentavam colégios particulares mantidos pela Igreja Católica, como seminários. Hoje filhos de eleitos estão entre os 20% mais ricos, em geral. E vão a colégios particulares. 
Em lugares como Reino Unido e Cingapura, políticos nem pensam em colocar os filhos em escolas particulares. Os eleitores não aceitariam essa escolha, porque ela significaria ignorar a boa qualidade das escolas públicas de lá. Se um político é descoberto matriculando o filho no ensino privado, acaba nos jornais. Tem de se desculpar publicamente e transferir a criança para uma instituição pública
Se políticos brasileiros tiverem de matricular os filhos em escolas públicas, elas receberão mais atenção dos governantes. O resultado será um ensino de qualidade para todos. E um país mais próximo dos princípios republicanos, com uma sociedade unida, sem divisão entre aristocracia e plebe. Há quem diga que essa obrigação fere a liberdade do político. Mas todo cidadão é livre para não ser candidato. Se ele opta pela vida pública, deve assumir obrigações. Esse seria só mais um de seus compromissos com os eleitores, com a nação e com a República.

*Cristovam Buarque é professor de economia da Universidade de Brasília e senador pelo PDT/DF. Os artigos aqui publicados não representam necessariamente a opinião da SUPER.

FONTE: WWW.SUPERINTERESSANTE.COM.BR (O5 ABR 2010)